Como começo a descrever tal fenômeno..., ainda não sei. Talvez a primeira idéia seja a mais aconselhável. Pois bem...
É sem dúvida a formosura em pessoa... Linda... Lembraria facilmente um anjo vindo do céu. Sim! Por que não? Se o Anjo é a beleza mais pura e cristalina, e ninguém talvez lembrasse mais tal beleza do que ela. Com seus cabelos sedosos e esvoaçantes, longos, quase a altura da cintura, de cor castanha escuro, até parecia uma obra prima de Da Vinci, ou ainda um dos mais belos consertos de Mozart, quando balançavam, o que o homem ao lado adorava. Trajava um vestido impar. Ah!... Que vestido..., e como lhe caia bem ao corpo de madona, simples de fato, mas nem por isso menos belo; notava-se duas cores em sua composição, o que à vista menos experiente mais parecia um conjunto de saia preta e blusa cinza, todavia não o era; e como casava perfeitamente com seu perfil de sereia, quem sabe pela singela... - muitos desconhecem que na simplicidade é onde reside a mais pura e invariável das bonitezas.
Mas falando assim, ainda é difícil de crê-la. Penso porque as palavras sejam pobres de mais para caracterizá-la, até porque o sentimento e a impressão que causava eram espantosos. Aos olhos de um mero mortal, seria o luxo em pessoa. Mas está ai uma contradição, se é anjo, não pode ter luxo. Ah, sim! Mas isso aos olhos de um mero mortal, mas e aos olhos de quem transcenda os cinco sentidos? Ai, de fato, há uma visão angelical.
Oferecendo perfeita estética a vestimenta, completava-a uma meia calça preta, magistralmente dando sentido a obra. Não usava adornos, exceto uma singular Correntinha no pescoço que dava um toque todo especial ao seu colo descoberto e a maquiagem levemente utilizada. E para completar, calçava um sapatinho preto, fechado na frente, tão bonito que induzia a lembrar a história da Cinderela rs...
Quanta meiguice. O Companheiro ao lado se sentia feliz, não orgulhoso, mas feliz, por estar ao lado de um coração que acalentava o seu. Na verdade, era um misto que ele não saberia explicar ao certo, de prazer, receio, e luz a brilhar no fim do túnel...
Os demais transeuntes a admiravam descaradamente, não faziam o menor esforço em disfarçar. Os mais ousados ainda há tentavam, ao mesmo tempo em que eram desrespeitosos com sua pessoa e o cavalheiro que a acompanhava, o que tornaria mais grave o ato se de fato um ser divino ela fosse, mas quem pode garantir que não o era?
Mas ambos pareciam não se importar com tal assédio, talvez pelo prazer que um ocasionava ao outro, ou ainda por qualquer outro motivo que os dois desconhecessem...
A sensação que o ambiente lhes causava era que as pessoas os admiravam, por deixarem nítida a impressão de um par perfeito.
O Mancebo, da belíssima dama, exultava. Pois a moça falava pelos cotovelos, e isso revelava claramente a Ele quem era Ela, em todas suas virtudes e carências, o que extasiava-o por estar descobrindo.
Tinha a senhorita, gestos e trejeitos todos particular. Às vezes vacilava entre um e outro o que provocava situações não prazerosas, deixando-a, quem sabe, embaraçada, mas ao qual ambos, não se importavam mais com as conseqüências indesejáveis como de início... ele pelo fato de até achar engraçado o acontecimento, e Ela, quiçá, por já estar se acostumando com a sua presença a observá-la contundentemente...
Do intimo da moça, ele pouco sabia, ou melhor, até que tinha uma idéia, que ficava lívida, por causa da influênciação que as energias antagônicas provocavam. (Energia essas que distorcem a realidade, que seria linda, se fosse por ventura real.)
Algo nela se contradizia... Ele até chegou a questionar sobre sua quieta inquietude, ao que Ela se esquivou de responder. A vista mais experiente saberia o que era... Mas à impressão de quem esta apaixonado, fica difícil. Deve ser por que o amor cega. Mas estamos falando aqui de paixão!? Iiiiiiiiiiiiiiiiii, a paixão:
“Paixão é fogo fazendo
O fumo que acaba em treva
Depois do fumo a somente
A cinza que o vento leva”
Mas e se por sorte for amor? Aaaaaaaaaaaaaaaaa, o amor:
“Perante a prisão de ferro
Prisão de amor é mais forte
O ferro a Lima desfaz
Amor, porem, nem a morte”
*Cabe aqui, ainda, uma observação sobre este último assunto, que dispensa comentários por ser auto-explicativa: “O amor não deixa dúvidas..., traz somente certezas...”
Hoje, o que mais peço, é que Deus à abençoe. Que a preserve dos possíveis males involuntários, que lhe de forças para galgar sempre os bons caminhos da estrada, que tenha à paz, sustentáculo indispensável em toda caminhada díguina, e que a felicidade seja uma previsível conseqüência de um trabalho bem feito em sua vida.
“Deus de amor, procuro a paz
Mas faze-me ver, por fim
Que a paz na vida dos outros
Tem sempre um começo em mim.”
Lucas
LUQUINHA,FALAR DE VC É DIFICIL,MAS TUDO SE RESUME,QUE VC É UMA PESSOAS DEMAIS,AMO VC DE MONTA0!!!!
ResponderExcluirQue carta perfeita lindo... Revele sua musa inspiradora! ;D kkk
ResponderExcluirVocê não está querendo rebuscar demais a análise sobre sentimentos já tão complicados? Como o dito: 'na simplicidade mora a boniteza'; tentemos buscá-la. Mas tem teses que dizem só ser possível conseguir ser simples, direto, objetivo, com muito treino, e assim também, em casos de paixão e/ou amor, ir logo ao ponto, e se chegar a ser final, começar outro parágrafo.
ResponderExcluirMeu caro Gio Lima, está carta revela um fato consumado, ou seja, o "rebusco", é só para proporcionar, de forma um pouco mais bela e explicativa, a descrição, fidedigna, do ocorrido. Em relação a ser simples, dependerá do que se tenta buscar... O orgulho, vaidade e egoísmo, infelizmente, reinam entre os homens, por isso que dizem "ser preciso treinar para ser simples". Onde tal treinamento consiste em combater essas chagas da alma, difíceis de serem curadas, pois, em verdade, são autenticas barreiras à simplicidade.
ResponderExcluirAgora, na última observação, sem dúvida que, em tese, - se você estiver usando linguagem figurada - devesse sempre recomeçar um novo depois do fim de um velho amor.
ate tu lucas kkkkkkkkkkkkkk ..........
ResponderExcluirBrincadeira parabens pelo blog
ResponderExcluirObrigado Will, é para nós ele.
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