terça-feira, 14 de agosto de 2012










Fragmentos da fé:


A fé sincera e verdadeira apóia-se na inteligência e compreensão das coisas.

Em certa acepção, considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de se atingir um objetivo. 


A fé confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente. 


A fé insegura sente a sua própria fraqueza, e quando estimulada pelo interesse torna-se furiosa e acredita poder suprir a força com a violência. 


Necessário guardar-se de confundir a fé com a presunção. 


Aquele que possui fé deposita a sua confiança em Deus, mais do que em si mesmo, pois sabe que, simples instrumento da vontade de Deus, nada pode sem ele. 


O poder da fé tem aplicação direta e especial na ação magnética. Eis porque aquele que alia, um grande poder fluídico normal, uma fé ardente, pode operar, unicamente pela sua vontade dirigida para o bem, esses estranhos fenômenos de cura e de outra natureza, que antigamente eram considerados prodígios, e que, entretanto, não passam de consequências de uma lei natural. 


Essa a razão por que Jesus disse aos seus apóstolos: se não consegues curar, foi por causa da vossa pouca fé.”
 



O Evangelho Segundo o Espiritismo.





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