Cigarro ao chão é fim inevitável
Mas os fósforos iguais não são
Aritmética, sistemática, implacável
De um sistema análogo à eleição
Os segundos, preservados, riscos-mortos
O primeiro é descartado, brasa em vida
O queimante na sarjeta em viés torto
Os queimados com seus pares suicidas
Gio Lima
Fala irmão. Valeu por me colocar aqui no seu 'espaço das artes'. É verdade que muitas vezes essas brasas surgem por arte, já que o hábito foi formado depois de velho. Lembra que no começo era comparação com Chico Buarque, Tom Jobim, Cartola e tantos outros, achando uma conexão entre esse ato e inspiração. Na verdade não tem muito a ver. Mas pra esse poema serviu.
ResponderExcluirE como ficou bom né?... parabéns!
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